UNILASALLE RECEBE MEMBROS DA UNIVERSIDADE DE TURIM E COMEÇA A ALINHAR PROJETOS CONJUNTOS COM A INSTITUIÇÃO ITALIANA.
A possibilidade de intercâmbio para uma das instituições mais antigas da Itália, com 615 anos de história, era uma realidade desde julho de 2018. Tanto que Luisa Polizzo já possui experiências enriquecedoras na bagagem, após ter sido a primeira aluna do Unilasalle-RJ a cursar seis meses de sua graduação na Universidade de Turim. Agora, no entanto, novas possibilidades começam a ser alinhadas a partir da visita de dois europeus. Na última segunda-feira, 19 de agosto, a reitoria se reuniu com Pier Maria Furlan, embaixador da Universidade de Turim, e Tiziana Catenazzo, diretora do Instituto Compreensivo Amadeu Peyron, em encontro que abre perspectivas de projetos em comum com os cursos de Pedagogia e, futuramente, Psicologia.
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Para além de conversas que começam a costurar aproximações entre a instituição niteroiense e a universidade pública italiana, o intercâmbio segue como um fruto do acordo firmado. E cabe a Luisa Polizzo boa parte da responsabilidade pelos lassalistas terem agora mais um destino em vista. “Meu avô é italiano e veio para o Brasil fugindo da Segunda Guerra. Então sempre tive este forte laço com a Itália, a vontade de conhecer o país de onde vem parte da família do meu pai. Foi então que eu conheci a Joana e ela deu a ideia de tentarmos um convênio entre alguma das universidades italianas e o Unilasalle-RJ. Levamos a ideia para a Alice e ela adorou”, lembra a aluna do 6º período de Relações Internacionais. A Joana a que se refere é Joana Lucia Maciel, o contato da Universidade de Turim no Brasil para cooperação e intercâmbio. Luisa passou os seis primeiros meses do ano em terras estrangeiras, tendo cursado em Turim disciplinas de Italiano, Direito Privado e Contratual. “Eu consegui aprender a língua e conheci professores incríveis que realizam trabalhos incríveis, como os do Furlan e da Tiziana. Trazer um pouco disso para cá é muito bom. Aparentemente não tem ligação com o que estudo, mas só aparentemente porque são experiências que vão além do currículo acadêmico”, conclui.